Irado pelo vazio em que se encontrava o nosso país decidi agir.
Lisboa 2 de Dezembro de 2003, dez horas da manhã, ali estava eu no terreiro do Paço uns idosos procuravam alimentar alguns dos pombos que por ali passavam. Outros atravessavam a praça num passo apressado atarefados com os seus afazeres diárias. O céu estava cinzento como as ideias dos politicos que têm passado pelo nosso governo.
Vladimir o meu contacto com a rede de tráfico de armas esperava por mim no café Martinho da Arcada. Após eu ter-lhe explicado detalhadamente o plano, ele efectuou uma chamada do seu telefone móvel e foi dado o ok para a operação.
Em breve a bandeira portuguesa, simbolo da soberania nacional, seria manchada de sangue. Um acto de vingança de um louco e obstinado que prometeu a si mesmo que os canhões enferrujados nos castelos e fortalezas voltariam a matar para que a verdade fosse reposta.
Tuesday, February 6, 2007
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